Fonte: Google

Quais os sintomas?

  • Dores no corpo (articulações e músculos);
  • Coriza;
  • Aparecimento de gânglios (ínguas);
  • Febre ou mal estar;
  • Exantemas (manchas avermelhadas) inicialmente no rosto que depois se espalham pelo corpo todo.

Por causa de sua semelhança com várias outras enfermidades, o diagnóstico só pode ser através de exame sorológico.

A rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o feto, é a forma mais grave da doença, porque pode provocar má-formações como surdez e problemas visuais na criança.


Não existe uma droga especifica para o tratamento da rubéola. O médico pode prescrever medicamentos a base de antitérmicos e analgésicos, eles ajudam a diminuir o desconforto, aliviar as dores de cabeça e do corpo e febre. 


Fique atento (a)! Criança que nasce com rubéola pode transmitir o vírus por até um ano. Por isso, devem ser mantidas afastadas de outras crianças e de gestantes.

A vacina contra a rubéola é eficiente e deve ser administrada em crianças aos 15 meses de vida. Mulheres que não tiveram a doença devem ser vacinadas antes de engravidar.

Como prevenir a doença?

A prevenção é feita por meio da vacinação. A vacina está disponível nos postos de saúde para crianças a partir de 12 meses de idade.

Fonte: 

  1. Sociedade Brasileira de Imunizações. Disponível em: https://familia.sbim.org.br/doencas/101-rubeola. Acesso em: 13/12/2018. 
  2. Ministério da Saúde. Portal. Disponível em: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rubeola. Acesso em: 13/12/2018.