A pílula do dia seguinte, também conhecida como contracepção de emergência, ou “pílula pós-coital”, é um método que impede a gestação. Porém não é um método adequado para evitar as IST (infecções sexualmente transmissíveis).

Segundo o Ministério da Saúde, estes anticoncepcionais de emergência são métodos alternativos para serem utilizados em situações de emergência, tais como:
– Relação sexual desprotegida, e/ou não planejada;
– Uso inadequado de métodos anticoncepcionais (por exemplo: ao esquecer duas ou mais pílulas do anticoncepcional regular);
– Rompimento do preservativo ou do diafragma;
– Violência sexual.

Seu mecanismo de ação dependerá da fase do ciclo menstrual em que você se encontra. Ele pode interferir na ovulação, inibindo ou atrasando a mesma, também pode alterar a resposta do endométrio (nidação), ou com a fecundação (alterando a função do corpo lúteo e a motilidade tubária).
É importante lembrar que o uso repetitivo ou freqüente da anticoncepção de emergência compromete sua eficácia ao longo do tempo, que será sempre menor do que aquela obtida com o uso regular do método anticonceptivo de rotina no mesmo período.

Segundo a revisão das pesquisas científicas, é permitido afirmar, sem reserva de dúvidas, que a pílula anticoncepcional de emergência não é abortiva, pois não interrompe uma gravidez estabelecida.
Este método não inibe o uso do preservativo, pois este é um dos mais eficazes na prevenção das IST’s e de gestações não desejadas. Porém é necessário entender qual a maneira correta de utilização e saber identificar alterações do produto.

É necessário lembrar que qualquer medicamento possui efeitos colaterais e reações adversas. Por isso, é importante consultar um profissional e em caso de ocorrências, é importante procurar o serviço médico imediatamente.

Os nossos enfermeiros estão disponíveis para esclarecer essa e outras dúvidas. Se preferir, entre em contato conosco pelo 0800 200 0202 ou via Chat.