Resumo

Apesar de a taxa de gestação na adolescência ter-se mantido estável nos últimos anos, como resultado de discreto aumento no uso de contraceptivos, ela se elevou na faixa de 12 a 15 anos.

As gravidezes indesejadas são predominantemente fruto de emprego incorreto ou inconsistente de contraceptivos, e não de falha intrínseca ao método.

Para evitar esse erro, a abordagem lógica é empregar métodos contraceptivos reversíveis com pequena diferença entre eficácia (índice de Pearl) e efetividade, cujo resultado dependa menos da usuária.

São exemplos os implantes subdérmicos e os dispositivos intrauterinos (DIU), atualmente denominados métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (em inglês, long-acting reversible contraception LARC).

Se a opção for ainda usar anticoncepcionais orais combinados (AOC), de administração diária, deve-se atentar à dose de estrógeno (em relação aos efeitos sobre densidade mineral óssea na adolescência) e ao tipo de progestágeno (para evitar trombose venosa profunda em qualquer faixa etária).

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