Muito se fala sobre o liquido aminótico durante a gestação. De forma objetiva e simples sabe-se que ele tem um papel muito importante na gestação. Doze dias depois da concepção, forma-se o saco amniótico, uma camada fina, translúcida, forte e resistente, que é responsável por envolve o bebê e o fluído durante toda a gestação.

Para que serve, de fato, este líquido?

Esta substância permite que o feto faça seus primeiros movimentos, como se nadasse em uma piscina morna e acolhedora. Sem essa atividade, ele ficaria limitado pelas paredes do útero e não seria possível desenvolver ossos e músculos.

Dentre as principais funções para proteger o bebê é possível citar: Manter a temperatura constante no útero, evitar infecções e ajudar a desenvolver o sistema pulmonar, esquelético, digestivo urinário.

Quanto ao volume, os espectralistas explica que o volume aumenta gradativamente até a 34ª semanas de gestação, mas ao atingir o limite, de 800 a 1000 ml, após 36ª semana o volume declina progressivamente até o final da gravidez.

Como saber se tenho liquido aminótico suficiente?

Para medir a quantidade de líquido, é preciso fazer um ultrassom. O médico é responsável por solicitar e sempre solicita quando desconfia que a quantidade de líquido está abaixo da ideal.

Existem outras causas específicas para a redução no líquido, e cada uma tem seu próprio tratamento. Conheça as causas mais comuns:

  • Gravidez gemelar                  
  • Ruptura parcial da bolsa
  • Desidratação materna
  • Anomalias no bebê
  • Síndrome da transfusão feto-fetal
  • Uso de medicamentos
  • Problemas na placenta

Para toda grávida, o mais importante é se atentar aos sinais e possíveis intercorrências e fazer um pré-natal adequado e estabelecer uma relação de confiança com o obstetra. Uma vez identificado o rompimento, a mulher deve procurar imediatamente por um serviço de saúde.

Fonte:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gestação de Alto Risco: Manual Técnico. 5ª edição. Brasília – DF 2012. Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pdf . Acesso em: 01/04/2019.