O Estreptococo do grupo B é uma bactéria que pode ser encontrada freqüentemente no intestino, vagina ou uretra. Porém na gestante nem sempre há manifestação dos sintomas.

Assim como os demais exames, a pesquisa dessa bactéria é extremamente importante no pré-natal para prevenção de infecção no bebê.

A gestante que não é tratada (em caso de positividade no exame) transmite essa bactéria através do contato durante a passagem do bebê no canal de parto ou quando há ruptura prematura de membrana (rompimento da bolsa), sendo fator determinante para a transmissão, a presença da bactéria no trato genital materno.

O recém-nascido que tem o contato com a bactéria corre o risco de desenvolver doença respiratória (pneumonias), Sepse (infecção generalizada) ou meningite. Aumentando assim o índice mortalidade neonatal.

Para prevenir tais complicações é preconizada a realização da coleta de material do canal vaginal e anal, entre 35 á 37 semanas de gestação. Havendo positividade, a gestante deverá receber tratamento com antibiótico na internação no dia do nascimento do bebê.

 

Referências:

SANTANA, Felipe Z, et al. Protocolo de Prevenção para Gestante: Infecção Neonatal Precoce por Estreptococos do Grupo B. 2017,jul-dez; 11 (2): 279 -286.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de Atenção Básica. ATENÇÃO AO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO. Série A. Normas e Manuais Técnicos, n° 32. Brasília – DF 2012.