A endometriose é um problema o comum entre mulheres jovens, que ainda estão em seu período fértil.
É definida pelo crescimento de tecido do endométrio (membrana que reveste a parede do útero) fora da cavidade uterina, que leva a uma reação inflamatória.
A formação de tecido normalmente ocorre na região pélvica, fora do útero, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e no peritônio.  Normalmente, o diagnostico é  entre 13 a 45 anos de idade de acordo com a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia.
A causa da endometriose tem sido apontada por vários especialistas como fatores
genéticos, anormalidades imunológicas e disfunção endometrial. A doença pode estar associada a muitos sintomas estressantes e debilitantes, entre eles:
  • Dor no baixo abdômen ou cólicas que podem ocorrer por uma semana ou duas antes da menstruação de forma cíclica;
  • Dores nas relações sexuais com penetração;
  • Dismenorreia (dores no período menstrual);
  • Dores ao urinar e evacuar;
  • Sangramento excessivo durante os períodos menstruais;
  • Infertilidade;
  • Fadiga;
  • Diarreia;
  • Náuseas.

E o diagnóstico? 

A descoberta por vezes, pode ser identificada através dos relatos da paciente e exame ginecológico clínico, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, ultra-som, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125.

A  doença regride espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos e o fim das menstruações. Mulheres em idade reprodutiva podem utilizar medicamentos que suspendem a menstruação.