Embora a recomendação seja não incentivar o uso da chupeta devido risco de desmame precoce, problemas de arcada dentária, problemas relacionados a respiração, desenvolvimento da fala e entre outros.

Existem situações em que o uso da chupeta pode ser benéfico para criança. Alguns exemplos:

  • Recém-nascido e lactentes tiveram complicações no período pós-parto e em procedimentos invasivos e dolorosos. O uso da chupeta nessa caso pode ser benéfico no manejo da dor, desconforto e redução da agitação motora.
  • No caso de Gemelar auxilia a mãe a tranquilizar os filhos, principalmente em caso de puerpério complicado.

Fora as situações comentadas acima se a família optar por introduzir a chupeta que o faça por um período breve, quando o aleitamento materno já está bem estabelecido, após 3 a 4 semanas de vida, e quando a mãe não tem nenhuma queixa mamária (ex: dor, fissuras, rachaduras mamilares).

A chupeta ideal

  • O tamanho do bico deve ser de acordo com a faixa etária.
  • O formato do bico deve ser ortodôntico e de silicone, por ser mais higiênico e não favorecer o acúmulo de bactérias.
  • Estrutura externa anatômica e suporte de sustentação do bico amplo.

A chupeta deve ser sempre substituída quando for danificada, ou bico rachado com rupturas. Deve ser higienizada diariamente, evitando assim riscos de infecções bucais como estomatite ou fungos.

 

Referências

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Guia Prático de Atualização. Uso de Chupeta em crianças amamentadas: prós e contras.nº 3, Agosto, 2017. <Disponível em https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Aleitamento-_Chupeta_em_Criancas_Amamentadas.pdf> Acesso em 05/12/2020.

Revista Saúde. Odontopediatra: uso de chupeta. Agosto, 2018. < Disponível em https://rsaude.com.br/bauru/materia/odontopediatria-o-uso-de-chupeta/16352>