Algumas doenças na gestação, estão relacionada à mudanças anatômicas e alterações hormonais. A candidíase é muito frequente em grávidas e em mulheres com o sistema imunológico prejudicado, é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans e quando não tratada  pode impactar tanto a saúde materna quanto a fetal.

Estudos relatam que a candidíase não prejudica o bebê, portanto, o risco ocorre quando a gestante está com candidíase no final da gestação e quando o bebê nasce de parto normal, pois poderá ser contaminado e apresentar candidíase nos seus primeiros dias de vida.

Alguns dos principais sintomas da candidíase na gravidez são:

  • Vermelhidão e prurido (coceira) intensa na região;
  • Corrimento vaginal de cor branca, tipo leite coalhado;
  • Dor no ato sexual;
  • Dor ao urinar e inchaço.

Alguns mulheres podem não apresentar sintomas, mas requer tratamento da mesma forma, pois quando não tratada pode levar ao parto prematuro.

Assim que a gestante notar algum dos  sintomas citados deve procurar avaliação médica ou relatar ao profissional responsável pelo pré natal, pois a doença tem cura e o seu tratamento deve ser feito sob orientação do profissional.  

Como tratar a candidíase vaginal

O tratamento da candidíase vaginal pode durar de 7 à 15 dias e é um tratamento indolor, sendo na maioria dos casos, feito com a aplicação de pomadas antifúngicas ou creme vaginais aplicadas diretamente na vagina.

Além do tratamento indicado pelo profissional, é também importante adotar alguns cuidados para evitar a recorrência da candidíase vaginal, como:

  • Cuidado com a higiene intima, como por exemplo: lavar e secar bem a região íntima antes de dormir;
  • Evitar uso de roupas apertadas;
  • Durante o tratamento deve ser feito o uso do preservativo no ato sexual;
  • Dormir sem calcinha e se possível dar preferência pelo material de algodão;
  • Dar preferência por sabonetes neutros.

Conheça também: Corrimentos genitais durante a Gestação

 

Alô Mãe Paulistana